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da 888: A Chapecoense é um fenômeno cada vez mais difícil de se explicar. Com o rebaixamento no seu cangote, venceu o Santos na segunda-feira à noite, no Pacaembu. Foi o primeiro triunfo como visitante neste Brasileirão, justamente contra um dos melhores times do segundo turno – o Santos só fica atrás de Palmeiras e Atlético-PR nas últimas 14 rodadas.
O time catarinense não abaixa a cabeça nunca. Depois de tantos obstáculos desde a tragédia de Medellín, a lógica grita que a Chape não terá mais fôlego para se manter na Série A. Este ano, o desempenho em campo reforçou esta impressão. Mas o nível baixo desta edição – apenas quatro pontos separam o décimo colocado, o Fluminense, da zona de rebaixamento, encabeçada pela própria Chape – tornou a iminente queda em nova chance de uma guinada épica, algo tão recorrente na tão jovem e rica história do time.
Na quinta-feira, a Chape recebe o Botafogo na Arena Condá e pode escapar do Z4, mesmo sem espaço para respirar. Afinal, a sequência da tabela é bastante crítica: Grêmio, Sport, Corinthians e São Paulo. Mas convém não duvidar. Na luta para evitar o primeiro rebaixamento desde que estreou na Série A, existe algo complexo demais para se definir. Algo que transita entre o milagre e a compaixão.
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